TraceFarm explica
O que é rastreabilidade na cadeia do mel?
Rastreabilidade do mel é o registro de cada etapa do lote.
- Apiário
- Lote
- Processamento e envase
- Dossiê digital
O que a rastreabilidade conecta?
Na prática, isso significa conectar quatro coisas que normalmente ficam soltas: o apiário de origem, o lote colhido, os eventos de processamento e envase, e os documentos que comprovam tudo isso. Sem essa conexão, uma etiqueta que diz "mel puro do oeste do Paraná" é uma promessa — não uma prova.
O que a legislação e os padrões exigem?
O mercado já formalizou essa exigência. O Regulamento (CE) 178/2002 pede que fornecedor e destinatário sejam recuperáveis ao longo da cadeia alimentar; o GS1 Global Traceability Standard define recebimento, embalagem, transporte e expedição como eventos críticos de rastreamento; a ISO 22005:2007 exige que o histórico e a localização do produto possam ser reconstruídos; e o GLOBALG.A.P. Chain of Custody trata segregação e evidência auditável como parte do escopo de certificação.
Fontes: Regulamento (CE) 178/2002 · Art. 18 ; GS1 Global Traceability Standard 2.0 ; ISO 22005:2007 ; GLOBALG.A.P. Chain of Custody v6.1 .
Como a TraceFarm aplica isso ao mel?
A TraceFarm aplica essa lógica à cadeia do mel: cada lote nasce com um endereço (o apiário, no oeste do Paraná), acumula eventos rastreados do apiário ao envase e termina em um dossiê digital — legível para quem consome e auditável para quem precisa comprovar.