TraceFarm

TraceFarm explica

Por que cooperativas precisam de rastreabilidade de lote

Cooperativas precisam comprovar origem para acessar mercados maiores.

  1. Apiário
  2. Lote
  3. Processamento e envase
  4. Dossiê digital
Cada lote percorre este caminho, do apiário de origem ao dossiê digital final.

Por que isso é um risco documental?

Uma cooperativa agroindustrial reúne a produção de vários produtores sob um mesmo selo. Isso é uma força comercial, mas também um risco documental: se a origem de um lote específico não pode ser reconstruída, a cooperativa inteira responde pela falha de um único elo da cadeia.

Como a TraceFarm organiza essa base documental?

É por isso que auditorias, certificações e negociações internacionais tratam origem, lote, eventos e documentos como um conjunto conectado, não como informação dispersa. A TraceFarm organiza essa base documental — sem substituir auditorias ou organismos certificadores — para que a cooperativa consiga responder, lote a lote, de onde veio, quem produziu e o que aconteceu em cada etapa.

Em que estágio isso está hoje?

Hoje esse modelo está em validação com uma cooperativa de apicultores do oeste do Paraná, aplicado à cadeia do mel. O próximo passo planejado é apoiar a organização do conjunto documental exigido para exportação — um checklist por destino e um dossiê exportável por lote. A TraceFarm busca conversar com cooperativas agroindustriais de pequeno e médio porte, produtores e organizações da cadeia agrícola nesse mesmo caminho.

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